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21 julho, 2013
Tour de França – Etapa 21 (Resumo e Resultados)
Está acabado mais um Tour. A 100ª edição da maior prova mais importante do ciclismo mundial acabou com a vitória de Christopher Froom (SKY), num palco iluminado pelas luzes da capital, Paris.
A etapa tinha 133.5km, mas apenas 20 separavam Versailles de Paris. O pelotão não teve nenhuma equipa a assumir a representação, havendo oportunidade para todos os corredores passarem pela frente.
Poucas foram as mexidas, mas a mais relevante foi a fuga de Millar e Flecha já na avenida dos Champs-Élysées.
Como era de esperar, a etapa decidiu-se num sprint em que o pavimento empedrado teve a última palavra. Marcel Kittel (ARG) ganhou a etapa, depois de uma fervorosa luta ao sprint com Greipel (2º) e Cavendish (3º).
Esta etapa ficou ainda marcada pela desistência de Westra. Desta feita, o pelotão chega a Paris com 169 corredores, sendo que o record é de 170 ciclistas (2010).
A etapa tinha 133.5km, mas apenas 20 separavam Versailles de Paris. O pelotão não teve nenhuma equipa a assumir a representação, havendo oportunidade para todos os corredores passarem pela frente.
Poucas foram as mexidas, mas a mais relevante foi a fuga de Millar e Flecha já na avenida dos Champs-Élysées.
Como era de esperar, a etapa decidiu-se num sprint em que o pavimento empedrado teve a última palavra. Marcel Kittel (ARG) ganhou a etapa, depois de uma fervorosa luta ao sprint com Greipel (2º) e Cavendish (3º).
Esta etapa ficou ainda marcada pela desistência de Westra. Desta feita, o pelotão chega a Paris com 169 corredores, sendo que o record é de 170 ciclistas (2010).
Tour de França - Etapa 21
Hoje é o último dia de corrida da edição centenária do Tour de France. A partida será dada em Versailles e a chegada, como é de esperar, é em Paris, nos Campos Elísios (Champs-Élysées), num total de 133.5km.
Será um percurso bastante plano, o que é comprovado pela existência de apenas duas contagens de montanha, ambas de 4ª categoria. Também terá um sprint intermédio.
- Contagens de montanha:
Espera-se uma chegada ao sprint, já que os últimos quilómetros, tal como a maioria da etapa, serão totalmente planos.
A etapa tem a particularidade de ser percorrida mais tarde, uma vez que a meta é em Paris, cidade Luz, que fará juros ao seu nome, já que os ciclistas correrão com as luzes da cidade ligadas.
Leia o resumo e resultados da etapa aqui.
Será um percurso bastante plano, o que é comprovado pela existência de apenas duas contagens de montanha, ambas de 4ª categoria. Também terá um sprint intermédio.
- Contagens de montanha:
· Categoria 4 - 29.5km - Côte de Saint-Rémy-lès-Chevreuse - 1 km de subida com 6.9% de inclinação
· Categoria 4 - 33.5km - Côte de Châteaufort (Stèle Jacques Anquetil) - 0.9 km de subida com 4.7% de inclinação
- Sprint Intermédio:
· Categoria 4 - 33.5km - Côte de Châteaufort (Stèle Jacques Anquetil) - 0.9 km de subida com 4.7% de inclinação
- Sprint Intermédio:
A etapa tem a particularidade de ser percorrida mais tarde, uma vez que a meta é em Paris, cidade Luz, que fará juros ao seu nome, já que os ciclistas correrão com as luzes da cidade ligadas.
Leia o resumo e resultados da etapa aqui.
20 julho, 2013
Tour de França - Etapa 20 (Resumo e Resultados)
A etapa espectava-se dura, e as expectativas não foram defraudadas. Era a Movistar que detinha o controlo do pelotão, com o objetivo de salvaguardar a camisola branca de Nairo Quintana, bem como de garantir um lugar no pódio, no mínimo, no final da etapa. Para isso, era preciso travar a fuga de Rolland, Voigt e companhia, que detinham uma vantagem de 3 minutos.
Assim decorreu a corrida por mais algum tempo, até que Voigt (RTL), ciclista com 41 anos de idade farto de estar acompanhado, tomou a iniciativa e isolou-se na frente da corrida. Por esta altura, era Simon a fazer o mesmo, mas com o alvo a ser o pelotão, acabando por se juntar a Rolland.
O grafismo da corrida volta a alterar por consequência destas mexidas, formando a fuga, grupo perseguidor (Rolland e Simon) e o pelotão.
Os perseguidores aumentaram o ritmo para tentar alcançar Voigt e começaram a perder elementos, e consequentemente a aumentar a vantagem sobre o pelotão, onde era a Katusha juntamente com a Movistar a comandar.
No início da última subida que iria levar os corredores em direção à meta, tudo se alterou. Inicialmente, Van Gardener espoletou um ataque ao grupo perseguidor (sem sucesso), ficando este com menos membros. No pelotão era a Sky a impor o ritmo, decrescendo a desvantagem que tinham sobre Voigt.
Nos últimos quilómetros foi Rui Costa quem “rebocou” os suspeitos do costume (Valverde, Quintana, Froome, Porte, J. Rodríguez, Contador e Kreuziguer), ficando para trás.
De seguida é Froome quem ataca, mas Quintana e Rodríguez respondem, alcançando-o. Surpreso ficou Contador, que, perplexo, não conseguiu reagir, terminando a prova a 1:59 min de Froome.
O grande vencedor da etapa foi Nairo Quintana (MOV) com um tempo de 03h:39m:04s .
Assim decorreu a corrida por mais algum tempo, até que Voigt (RTL), ciclista com 41 anos de idade farto de estar acompanhado, tomou a iniciativa e isolou-se na frente da corrida. Por esta altura, era Simon a fazer o mesmo, mas com o alvo a ser o pelotão, acabando por se juntar a Rolland.
O grafismo da corrida volta a alterar por consequência destas mexidas, formando a fuga, grupo perseguidor (Rolland e Simon) e o pelotão.
Os perseguidores aumentaram o ritmo para tentar alcançar Voigt e começaram a perder elementos, e consequentemente a aumentar a vantagem sobre o pelotão, onde era a Katusha juntamente com a Movistar a comandar.
No início da última subida que iria levar os corredores em direção à meta, tudo se alterou. Inicialmente, Van Gardener espoletou um ataque ao grupo perseguidor (sem sucesso), ficando este com menos membros. No pelotão era a Sky a impor o ritmo, decrescendo a desvantagem que tinham sobre Voigt.
Nos últimos quilómetros foi Rui Costa quem “rebocou” os suspeitos do costume (Valverde, Quintana, Froome, Porte, J. Rodríguez, Contador e Kreuziguer), ficando para trás.
De seguida é Froome quem ataca, mas Quintana e Rodríguez respondem, alcançando-o. Surpreso ficou Contador, que, perplexo, não conseguiu reagir, terminando a prova a 1:59 min de Froome.
O grande vencedor da etapa foi Nairo Quintana (MOV) com um tempo de 03h:39m:04s .
Classificações da montanha:
Sprint Intermédio:
Tour de França - Etapa 20
O Tour já chegou à sua penúltima etapa, que curiosamente é a mais pequena. Com 125 km, ligará Annecy a Annecy – Semnoz.
Promete ser palco de mais um espetáculo do ciclismo mundial, dadas as suas características. O terreno é bastante irregular, com 3 montanhas a mais de 1000 m de altitude. Possui 6 contagens de montanha, sendo que a última coincide com a meta, e um sprint intermédio.
O sprint intermédio localiza-se em Le Châtelard, quando estiverem percorridos 33.5 km da etapa.
No esquema, a estrada a preto corresponde às fases mais duras da subida (entre 6% e 9% de inclinação), a vermelho as fases com dificuldade intermédia e a cinzento as fases teoricamente mais fáceis.
Reveja os resultados da etapa aqui.
Promete ser palco de mais um espetáculo do ciclismo mundial, dadas as suas características. O terreno é bastante irregular, com 3 montanhas a mais de 1000 m de altitude. Possui 6 contagens de montanha, sendo que a última coincide com a meta, e um sprint intermédio.
· Categoria 2 - 12.5km - Côte du Puget - 5.4 km de subida com 5.9% de inclinação
· Categoria 3 - 17.5km - Col de Leschaux - 3.6 km de subida com 6.1% de inclinação
· Categoria 3 - 43.0km - Côte d'Aillon-le-Vieux - 6 km de subida com 4% de inclinação
· Categoria 3 - 51.0km - Col des Prés (1 142 m de altitude) - 3.4 km de subida com 6.9% de inclinação
· Categoria 1 - 78.5km - Mont Revard - 15.9 km de subida com 5.6% de inclinação
· Categoria Especial - 125.0km - Annecy-Semnoz - 10.7 km de subida com 8.5% de inclinação
Os últimos quilómetros avizinham-se bastante duros e capazes de dar mais emoção e interesse à corrida. Ali se decidirá o vencedor da etapa, e, quem sabe, o vencedor do Tour.
· Categoria 3 - 17.5km - Col de Leschaux - 3.6 km de subida com 6.1% de inclinação
· Categoria 3 - 43.0km - Côte d'Aillon-le-Vieux - 6 km de subida com 4% de inclinação
· Categoria 3 - 51.0km - Col des Prés (1 142 m de altitude) - 3.4 km de subida com 6.9% de inclinação
· Categoria 1 - 78.5km - Mont Revard - 15.9 km de subida com 5.6% de inclinação
· Categoria Especial - 125.0km - Annecy-Semnoz - 10.7 km de subida com 8.5% de inclinação
Os últimos quilómetros avizinham-se bastante duros e capazes de dar mais emoção e interesse à corrida. Ali se decidirá o vencedor da etapa, e, quem sabe, o vencedor do Tour.
No esquema, a estrada a preto corresponde às fases mais duras da subida (entre 6% e 9% de inclinação), a vermelho as fases com dificuldade intermédia e a cinzento as fases teoricamente mais fáceis.
Reveja os resultados da etapa aqui.
19 julho, 2013
Tour de França - Etapa 19 (Resumo e Resultados)
Mas que etapa! Rui Costa, o atleta sensação desta centenária edição do Tour, volta a ganhar uma etapa, desta vez na alta montanha!
Inicialmente, o sol brilhava e tudo anteciparia uma etapa muito dura. A tensão ia aumentando cada vez mais no pelotão, mas rapidamente desapareceu com o ataque de muitos corredores que viriam a formar uma fuga com 39 membros, entre os quais estavam Rui Costa e Sérgio Paulinho.
À medida que a corrida avançava, o grafismo ia ficando mais simples, já que muitos corredores iam perdendo o contacto com o grupo, pois Pierre Rolland desferiu um ataque que acelerou o ritmo do grupo perseguidor (que deixou de ser fuga).
No pelotão era a Team Saxo-Tinkoff que se impunha, para resguardar o 1º lugar da classificação geral por equipas.
O grupo perseguidor passou a ter 19 membros, entre os quais se mantinha o português Rui Costa.
No pelotão era Valverde quem fazia uma mexida, que rapidamente foi ampliada com a chegada de Nairo Quintana, Purito Rodríguez, Froome e Contador.
A chuva já tinha ameaçado na montanha, mas foi mesmo na última grande subida que a ameaça se concretizou. Chovia desalmadamente quando Rui Costa espoletou um ataque a Rolland, apanhando-o e aumentando o ritmo que o francês não foi capaz de acompanhar. Desta feita, Rui costa pedalou para a sua 2ª Vitória da 100ª edição do Tour e 3ª da carreira na mesma competição.
A corrida ficou ainda marcada pelas desistências de Bauer (GRS), Veelers (ARG), Sieberg (LTB) e ainda Mevel (COF).
Classificações das montanhas e sprint intermédio da etapa:

Inicialmente, o sol brilhava e tudo anteciparia uma etapa muito dura. A tensão ia aumentando cada vez mais no pelotão, mas rapidamente desapareceu com o ataque de muitos corredores que viriam a formar uma fuga com 39 membros, entre os quais estavam Rui Costa e Sérgio Paulinho.
À medida que a corrida avançava, o grafismo ia ficando mais simples, já que muitos corredores iam perdendo o contacto com o grupo, pois Pierre Rolland desferiu um ataque que acelerou o ritmo do grupo perseguidor (que deixou de ser fuga).
No pelotão era a Team Saxo-Tinkoff que se impunha, para resguardar o 1º lugar da classificação geral por equipas.
O grupo perseguidor passou a ter 19 membros, entre os quais se mantinha o português Rui Costa.
No pelotão era Valverde quem fazia uma mexida, que rapidamente foi ampliada com a chegada de Nairo Quintana, Purito Rodríguez, Froome e Contador.
A chuva já tinha ameaçado na montanha, mas foi mesmo na última grande subida que a ameaça se concretizou. Chovia desalmadamente quando Rui Costa espoletou um ataque a Rolland, apanhando-o e aumentando o ritmo que o francês não foi capaz de acompanhar. Desta feita, Rui costa pedalou para a sua 2ª Vitória da 100ª edição do Tour e 3ª da carreira na mesma competição.
A corrida ficou ainda marcada pelas desistências de Bauer (GRS), Veelers (ARG), Sieberg (LTB) e ainda Mevel (COF).
Classificações das montanhas e sprint intermédio da etapa:

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| Sprint Intermédio |
18 julho, 2013
Tour de França - Etapa 19
A etapa que se avizinha ligará Bourg-d'Oisans a Le Grand-Bornand, é intrecetada por duas montanhas dos Alpes e tem um total de 204.5km para percorrer.
Assemelha-se à etapa anterior, no entanto tem duas contagens de montanha especial logo no início da corrida, o que poderá fazer com que as energias dos corredores se esgotem mais rapidamente. Para além disso, possui um sprint intermédio, uma contagem de montanha de segunda categoria e duas de primeira.
Não perca os resultados, clique aqui.
Assemelha-se à etapa anterior, no entanto tem duas contagens de montanha especial logo no início da corrida, o que poderá fazer com que as energias dos corredores se esgotem mais rapidamente. Para além disso, possui um sprint intermédio, uma contagem de montanha de segunda categoria e duas de primeira.
Sprint Intermédio:
Contagens de montanha:
· Categoria Especial - 33.5km - Col du Glandon (1 924 m de altitude) 21.6km de subida com 5.1% de inclinação.
· Categoria Especial - 83.5km - Col de la Madeleine (2 000 m de altitude) 19.2km de subida com 7.9% de inclinação.
· Categoria 2 - 143.0km - Col de Tamié (907 m de altitude) 8.6km de subida com 6.2% de inclinação.
· Categoria 1 - 165.0km - Col de l'Épine - 6.1 km de subida com 7.3% de inclinação.
· Categoria 1 - 191.5km - Col de la Croix Fry (1 477 m de altitude) - 11.3 km de subida com 7% de inclinação.
Os últimos quilómetros antecipam-se menos difíceis e muito rápidos, já que serão percorridos em plena descida. Ideal para uma fuga, ou, quem sabe, um sprint.
· Categoria Especial - 33.5km - Col du Glandon (1 924 m de altitude) 21.6km de subida com 5.1% de inclinação.
· Categoria Especial - 83.5km - Col de la Madeleine (2 000 m de altitude) 19.2km de subida com 7.9% de inclinação.
· Categoria 2 - 143.0km - Col de Tamié (907 m de altitude) 8.6km de subida com 6.2% de inclinação.
· Categoria 1 - 165.0km - Col de l'Épine - 6.1 km de subida com 7.3% de inclinação.
· Categoria 1 - 191.5km - Col de la Croix Fry (1 477 m de altitude) - 11.3 km de subida com 7% de inclinação.
Os últimos quilómetros antecipam-se menos difíceis e muito rápidos, já que serão percorridos em plena descida. Ideal para uma fuga, ou, quem sabe, um sprint.
Tour de França - Etapa 18 (Resumo e Resultados)
A corrida começou bem com todos os atletas a formarem o pelotão. Jens Voigt (RTL) tomou a iniciativa e formou a fuga, à qual se viriam a juntar ao longo da corrida mais atletas da Europcar, Euskaltel, Sojasun, entre outras, formando uma fuga com 9 ciclistas.
Como resposta, Sérgio Paulinho e Roche (TST) atacaram o pelotão e formaram o grupo perseguidor. A Sky tomou conta do pelotão desde o início e, como consequência, viria a deformar o grupo perseguidor, pois a subida ao Alpe d'Huez estava a aproximar-se.
Já durante a referida subida, Van Gardener atacou o pelotão e conseguiu mesmo chegar à frente da corrida com um trabalho brilhante, onde encontrou a companhia de Moser e Riblon, a qual foi desmantelada dada a vantagem que Van Gardener conseguiria sobre eles. A distância que levava sobre o francês foi decrescendo e nos últimos 2km da etapa, Riblon consegue mesmo alcançar o norte-americano, isolando-se na frente com uma vantagem avassaladora em plena subida, que lhe daria a vitória da etapa.
Atrás havia mexidas: Christopher Froome ataca e é Nairo Quintana quem lhe responde, acompanhando a sua roda. Dado que a vantagem de Quintana era pouca em relação a Joaquín Rodriguez, o espanhol decidiu tentar a sua sorte e juntou-se ao grupo. Nos últimos quilómetros da corrida, Froome baixa o seu ritmo e perde o contacto com Quintana e Rodríguez que chegam à meta com 1:06 min de avanço sobre o camisola amarela.
Destaque ainda para os abandonos de Bonnet e Lutsenko, que fazem com que o número de atletas do Tour passe a ser de 175.

Como resposta, Sérgio Paulinho e Roche (TST) atacaram o pelotão e formaram o grupo perseguidor. A Sky tomou conta do pelotão desde o início e, como consequência, viria a deformar o grupo perseguidor, pois a subida ao Alpe d'Huez estava a aproximar-se.
Já durante a referida subida, Van Gardener atacou o pelotão e conseguiu mesmo chegar à frente da corrida com um trabalho brilhante, onde encontrou a companhia de Moser e Riblon, a qual foi desmantelada dada a vantagem que Van Gardener conseguiria sobre eles. A distância que levava sobre o francês foi decrescendo e nos últimos 2km da etapa, Riblon consegue mesmo alcançar o norte-americano, isolando-se na frente com uma vantagem avassaladora em plena subida, que lhe daria a vitória da etapa.
Atrás havia mexidas: Christopher Froome ataca e é Nairo Quintana quem lhe responde, acompanhando a sua roda. Dado que a vantagem de Quintana era pouca em relação a Joaquín Rodriguez, o espanhol decidiu tentar a sua sorte e juntou-se ao grupo. Nos últimos quilómetros da corrida, Froome baixa o seu ritmo e perde o contacto com Quintana e Rodríguez que chegam à meta com 1:06 min de avanço sobre o camisola amarela.
Destaque ainda para os abandonos de Bonnet e Lutsenko, que fazem com que o número de atletas do Tour passe a ser de 175.
Resultados do Sprint intermédio e Classificação da Montanha:

Tour de França – Etapa 18
A etapa 18 da edição 100 do Tour será o palco da corrida de hoje. Ligará Gap a Alpe-d’Huez num total de 172.5 km.
Será um percurso difícil de fazer, dada a irregularidade do relevo. Os ciclistas terão que passar por um sprint intermédio, 6 contagens de montanha (das quais duas são de categoria especial) e ainda duas montanhas pertencentes aos alpes. (Alpe d'Huez (1) e Alpe d'Huez (2) ).
- categoria 2 - 13.0km - Col de Manse - 6.6 km de subida com inclinação de 6.2%
- categoria 3 - 45.0km - Rampe du Motty - 2.4 km de subida com inclinação de 8%
- categoria 2 - 95.0km - Col d'Ornon (1 371 m de altitude) - 5.1km de subida com inclinação de 6.7%
- categoria especial - 122.5km - Alpe d'Huez (1) - 12.3 km de subida com inclinação de 8.4%
- categoria 2 - 131.5km - Col de Sarenne - 3 km de subida com inclinação de 7.8%
- categoria especial - 172.5km - Alpe d'Huez (2) - 13.8km de subida com inclinação de 8.1%
A última subida será a que levará os corredores à meta e assemelha-se muito aos Pirenéus, em termos de dificuldade do percurso. No entanto, poderá não ser percorrida, já que a organização emitiu um comunicado em que refere que caso haja chuva (como houve no CRI), a corrida termina no topo do Alpe-d’Huez 1 .
s Sprint Intermédio:
g s Contagens de montanha:
- categoria 2 - 13.0km - Col de Manse - 6.6 km de subida com inclinação de 6.2%
- categoria 3 - 45.0km - Rampe du Motty - 2.4 km de subida com inclinação de 8%
- categoria 2 - 95.0km - Col d'Ornon (1 371 m de altitude) - 5.1km de subida com inclinação de 6.7%
- categoria especial - 122.5km - Alpe d'Huez (1) - 12.3 km de subida com inclinação de 8.4%
- categoria 2 - 131.5km - Col de Sarenne - 3 km de subida com inclinação de 7.8%
A última subida será a que levará os corredores à meta e assemelha-se muito aos Pirenéus, em termos de dificuldade do percurso. No entanto, poderá não ser percorrida, já que a organização emitiu um comunicado em que refere que caso haja chuva (como houve no CRI), a corrida termina no topo do Alpe-d’Huez 1 .
17 julho, 2013
Tour de França – 2º CRI (Resumo e Resultados)
O dia começou negro para Jean-Christophe Péraud. No habitual
treino da manhã, o francês sofreu uma queda e fraturou a clavícula direita. No
entanto, e ao contrário do que dizia a imprensa, Péraud seguiu para a estrada
para fazer o seu CRI apenas com ligaduras, para tentar evitar o abandono do
Tour. Estava longe de imaginar que na curva que daria acesso ao último
quilómetro do percurso, sofresse uma queda que o levaria a ter que abandonar de
vez o Tour 13’.
O segundo CRI desta edição do Tour foi algo caricato, já que
grande parte dos corredores optaram por usar bicicleta de estrada até ao final
da etapa. Outros mudaram o tipo de bicicleta após passarem a 2ª montanha.
As previsões meteorológicas estavam certas e a chuva que se
fez sentir condicionou e muito a corrida do 25º ao 10º atleta, grupo onde
estava Rui Costa. O tempo voltou a melhorar e, injustiça ou não, o certo é que
Chris Froome garantiu mais uma vitória numa etapa do Tour a apenas 8 segundos
de Alberto Contador, 2º classificado.
Tour de França – 2º CRI (Etapa 17)
Pela segunda vez nesta edição do Tour, hoje será disputado
mais um contrarrelógio individual. Este ligará Embrun a Chorges num percurso
com um total de 32km (menos um do que no 1º CRI).
É composto por duas contagens de montanha, onde também estão
colocados os pontos de referência para o registo de tempos de cada atleta.
Categoria 2 - 6.5 km - Côte de Puy-Sanières - 6.4km de subida com inclinação de 6%
Categoria 2 - 20.0 km - Côte de Réallon - 6.9km de subida com inclinação de 6.3%
A diferença entre os dois CRI desta edição do Tour está no facto de o segundo ser mais montanhoso, difícil e particularmente técnico. Porém, não são apenas estes fatores que podem ditar o vencedor, uma vez que as previsões meteorológicas preveem chuva e o vento pode ter uma palavra a dizer. Deste modo, estão reunidas as condições para um contrarrelógio emocionante, sem nenhum favorito a apontar.
Na verdade, Froome é um sério candidato a vencer amanhã, mas dadas as condições que foram apresentadas e conjugando isso com a fadiga muscular que todos os atletas, sem exceção, devem sentir, é demasiado arriscado apontar um vencedor.
Christopher Froome será o último a partir, às 16:33h (15:33h em Portugal).
De referir ainda que Rui Costa irá usar o equipamento de campeão nacional de CRI aliado ao dorsal
vermelho (prémio da combatividade conquistado na etapa anterior).
Para ler o resumo da etapa clique aqui.
16 julho, 2013
Tour de França – Etapa 16 (Resumo e Resultados)
A etapa começou com muitas mexidas no pelotão. Vários ataques
foram espoletados, mas apenas um seguiu para a frente. Foi ao quilómetro 27 que
Rui Costa integrou o grupo da fuga com 26 membros, entre os quais se
encontravam Kloden, Didier, Gilbert e Voeckler. A Sky impôs o ritmo no plutão,
sem qualquer resposta perante a fuga, já que os corredores que a compunham não
representavam qualquer perigo para Froome na classificação geral individual,
devido ao tempo de desvantagem que levavam sobre ele.
Assim se passou a primeira fase de mexidas na corrida, que
regressaria mais tarde (a 35km da meta) com mais uma tentativa de fuga por
parte de Kadri e Marino, o que mudou completamente o grafismo da corrida. Desta
feita, passou a existir uma fuga, um grupo perseguidor e um pelotão, sendo que
Rui Costa seguia no grupo perseguidor.
Pouco antes da subida até ao monte Col de Manse, Rui Costa e
companhia assumiram o comando do grupo perseguidor, deixando grande parte dos
ciclistas para trás, dada a exigência do ritmo imposto por eles. Desta forma,
Rui conseguiu chegar até aos corredores que representavam a fuga e contra-atacou
com um ritmo ainda mais forte, que ninguém conseguiu acompanhar, mantendo-se
isolado na frente até ao final.
No pelotão era a Katusha que assumia a frente e, seguindo a
ideia de Rui Costa, desferiu um ritmo que apenas corredores como Valverde,
Contador, Froome, Porte e Kreuziger conseguiram acompanhar.
Rui Costa chegou a estar a mais de 12 minutos do camisola
amarela, mas acabou por perder alguns segundos dado o ritmo imposto pela
Katusha, cortando a meta com 11min8seg de vantagem em relação a Chris Froome.
Hoje o Rui e o
Ciclismo Português estão de parabéns, uma vez que o português venceu a 16ª
etapa, bem como o prémio da combatividade do Tour 13’.
A baixo encontram-se as classificações de Montanha e Sprint
Intermédio referentes à etapa 16.
Tour de França - Etapa 16
Desenrola-se hoje a 16ª etapa da 100ª edição do Tour. Esta
ligará Vaison-la-Romaine a Gap num percurso com 168 km que os ciclistas terão
de percorrer.
Antecipa-se uma etapa dura e irregular, como pode ser observado no perfil do percurso.
A etapa contará com três contagens de montanha: duas serão de 2ª categoria e uma será de 3ª.
categoria 2: 48.0 Km - Col de Macuègne (1 068 m de altitude) – subida com 7.6 km e inclinação de 5.2%
categoria 2: 156.5 km - Col de Manse (1 268 m de altitude) – subida com 9.5 km e inclinação de 5.2%
Quanto
ao sprint intermédio, será disputado ao quilómetro 123, em Veynes.
Quando
faltarem 5 km para a meta, o percurso estará em fase de descida e apenas volta a
ficar plano nos últimos metros da etapa, o que, em contexto normal, antecipará
uma chegada ao sprint.
Acompanhe os resultados da etapa aqui.
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