A etapa começou com muitas mexidas no pelotão. Vários ataques
foram espoletados, mas apenas um seguiu para a frente. Foi ao quilómetro 27 que
Rui Costa integrou o grupo da fuga com 26 membros, entre os quais se
encontravam Kloden, Didier, Gilbert e Voeckler. A Sky impôs o ritmo no plutão,
sem qualquer resposta perante a fuga, já que os corredores que a compunham não
representavam qualquer perigo para Froome na classificação geral individual,
devido ao tempo de desvantagem que levavam sobre ele.
Assim se passou a primeira fase de mexidas na corrida, que
regressaria mais tarde (a 35km da meta) com mais uma tentativa de fuga por
parte de Kadri e Marino, o que mudou completamente o grafismo da corrida. Desta
feita, passou a existir uma fuga, um grupo perseguidor e um pelotão, sendo que
Rui Costa seguia no grupo perseguidor.
Pouco antes da subida até ao monte Col de Manse, Rui Costa e
companhia assumiram o comando do grupo perseguidor, deixando grande parte dos
ciclistas para trás, dada a exigência do ritmo imposto por eles. Desta forma,
Rui conseguiu chegar até aos corredores que representavam a fuga e contra-atacou
com um ritmo ainda mais forte, que ninguém conseguiu acompanhar, mantendo-se
isolado na frente até ao final.
No pelotão era a Katusha que assumia a frente e, seguindo a
ideia de Rui Costa, desferiu um ritmo que apenas corredores como Valverde,
Contador, Froome, Porte e Kreuziger conseguiram acompanhar.
Rui Costa chegou a estar a mais de 12 minutos do camisola
amarela, mas acabou por perder alguns segundos dado o ritmo imposto pela
Katusha, cortando a meta com 11min8seg de vantagem em relação a Chris Froome.
Hoje o Rui e o
Ciclismo Português estão de parabéns, uma vez que o português venceu a 16ª
etapa, bem como o prémio da combatividade do Tour 13’.
A baixo encontram-se as classificações de Montanha e Sprint
Intermédio referentes à etapa 16.




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